"Temos uma produção aumentada que devemos colocar noutros mercados para proteger o necessário balanço do nosso abastecimento petrolífero", disse.
Rafael Ramírez, que também é presidente da empresa estatal Petróleos da Venezuela S.A., falava no âmbito da 1.ª Ronda de Negócios Venezuela-Índia, que decorre até quarta-feira em Caracas e durante a qual ambos os países procuram identificar e desenvolver oportunidades conjuntas de cooperação.
Segundo o ministro, a Venezuela envia atualmente 640 mil barris (diários) de petróleo à China e 430 mil barris à Índia, estando a trabalhar com a China National Petroleum Company "na província de Guangdong, na China, mas a Índia já tem essa capacidade instalada, pelo que é um mercado natural".
Ramírez frisou ainda que as oito melhores empresas da Índia participam nas mesas de negócios em Caracas, em áreas como a exploração da Faixa Petrolífera de Orinoco (sul do país), refinação, petroquímica, comércio, ciência, tecnologia, investigação, desenvolvimento de novos projetos, engenharia e construção.